29 outubro 2007

VIDEO e INTERNET


A importância da comunicação audiovisual e, particularmente, do discurso vídeo através de canais diversos do meio TV “tradicional”, tem vindo a crescer imenso. Os melhores exemplos são a Internet, os telemóveis, ou os dispositivos do tipo I-Pod. Tem sido necessária uma confluência de caminhos entre profissionais da informática, das telecomunicações e do Audiovisual.
O que é incontornável é o facto de a difusão de vídeo através da Internet ter passado recentemente (por volta de 2005) por um momento–chave, que foi determinado pelos sites e plataformas de alojamento e partilha - total ou parcialmente dedicados ao vídeo - do género do YouTube, Google Video, My Space, SoapBox, etc. Outra “rede” com que já vamos contando, embora com progressos mais moderados do lado do utilizador, é a das telecomunicações, designadamente no plano dos simples telemóveis (emergem novos códigos de concepção/realização, patrocinados por concursos e festivais para a especialidade).
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19 junho 2007

Compressão, Conversão... motivos das dificuldades e soluções práticas


«Problemas com o tamanho dos filmes... será logo na conversão no Super? E a qualidade? Como melhorá-la? no DVD está óptimo... Chego a ficar com tamanhos de 1G para um filme de 6mn?» Anabela R.


Estes problemas acontecem sempre. Vamos ter que ir estudando um pouco sobre compressão e conversão.
A questão da qualidade não pode ser colocada de forma a haver um procedimento universal.
Em vídeo, como em áudio (embora menos), o grande avanço tecnológico tem-se centrado na compressão e na consequente conversão em ficheiros de natureza muito diversa (diferentes codificadores/descodificadores ou codecs). (ver texto completo...)